Escolher um psiquiatra é uma das decisões mais importantes que alguém pode tomar pela própria saúde. E também uma das mais difíceis — especialmente quando você está no meio de um sofrimento e não tem energia para pesquisar.

Este guia foi escrito para facilitar essa escolha. Com critérios concretos, sem jargão, direto ao ponto.

1. Verifique o CRM e a especialização

O básico, mas essencial: o médico deve ter CRM ativo e, de preferência, especialização em Psiquiatria reconhecida pelo CFM. No Brasil, qualquer médico pode atuar como psiquiatra — mas a formação específica faz diferença real no diagnóstico e no tratamento.

O Dr. João Farias tem CRM 1229443, pós-graduação em Psiquiatria pela Faculdade Mar Atlântico (RJ) e certificação avançada em psicoterapia pelo método Ítalo Marsili.

2. Avalie o tempo de consulta

Essa é, talvez, a informação mais reveladora. A média de consulta psiquiátrica no Brasil é de 15 minutos. Nesse tempo, é impossível fazer uma escuta real, entender o contexto de vida do paciente ou construir uma relação terapêutica.

Pergunte antes de agendar: quanto tempo dura a consulta? Se a resposta for menos de 45 minutos, pense bem.

3. Prefira abordagem integrativa

A psiquiatria convencional tende a focar no diagnóstico e na medicação. Isso é necessário — mas não suficiente. Um bom psiquiatra olha também para:

4. Leia as avaliações — com atenção ao conteúdo

Não apenas a nota, mas o que os pacientes escrevem. Palavras como "me sentiu ouvido", "entendeu meu contexto", "não só medicou", "foi além do sintoma" são sinais de um profissional que pratica medicina humanizada.

O Dr. João Farias tem mais de 100 avaliações com nota 5 estrelas no Google, com relatos específicos de pacientes que se sentiram cuidados de verdade — muitos deles pela primeira vez.

5. Verifique a disponibilidade de suporte entre consultas

A saúde mental não tem horário marcado. Crises acontecem entre uma consulta e outra. Pergunte: há algum canal de comunicação entre as sessões? O médico oferece suporte contínuo?

No consultório do Dr. João, os pacientes têm acesso a suporte via WhatsApp às quartas e quintas — garantindo que não se sintam sozinhos no meio do tratamento.

6. Confie no que você sente na primeira consulta

Depois de toda a análise racional, há um critério que não pode ser ignorado: você se sentiu ouvido? Acolhido? Respeitado? O médico perguntou sobre você — ou apenas sobre seus sintomas?

A relação terapêutica é um dos principais fatores de sucesso no tratamento psiquiátrico. Se na primeira consulta você não se sentiu bem, confie nesse sinal.

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